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Foi num clima de muita harmonia e democrático que ocorreram as eleições para novos membros da Academia Mato-Grossense de Letras-AML, na Casa Barão, no dia 7 de agosto. Foram eleitos, a poeta, escritora e professora, Marli Terezinha Walker, para Cadeira 2, e o advogado e escritor Antônio Ernani Pedroso Calháo para a Cadeira 26. A presidente da instituição, Sueli Batista dos Santos disse que tiveram 35 votantes, dos 38 que tinham direito a participarem do sufrágio. O número é expressivo e o resultado mostrou uma clara preferência da maioria, sendo que ambos foram muito bem votados, não abrindo nenhuma margem para questionamentos. Fizeram parte da comissão escrutinadora, que conduziu as eleições, nomeada pela presidente, os acadêmicos: Sebastião Carlos Gomes de Carvalho, Lindinalva Rodrigues e Valério Mazzuoli.

O acadêmico José de Freitas, de 92 anos, votando
Além de Marli Walker participaram do pleito Caio Augusto Ribeiro, Celso Ferreira da Cruz Victoriano, Gabriel Leal, Kleiber Leite Pereira e Rui Matos. A Cadeira 2 tem como patrono Joaquim da Costa Siqueira, político, escritor e cronista, e teve como última ocupante a advogada, professora e escritora, Marília Beatriz de Figueiredo Leite.
Ernani Calháo concorreu com os candidatos: Allan Kardec Pinto Acosta Benitz, Bruno Lima Barcellos, Josué Ribeiro da Silva Nunes e Mário Cézar Silva Leite. O patrono da Cadeira 26 é o médico, político e intelectual Joaquim Duarte Murtinho e o último ocupante foi o professor e escritor Benedito Pedro Dorileo.
Tão logo foi encerrada a votação, a presidente designou duas comissões para oficialmente comunicar os vencedores. Marli Walker recebeu em sua casa as acadêmicas, Lucinda Persona, Marta Cocco e Cristina Campos, no próprio sábado. Ernani Calháo recebeu no domingo, no Hotel Odara, os acadêmicos Sebastião Carlos, José Cidalino Carrara e João Batista de Almeida.

CADEIRA 2 – A ELEITA
Marli Terezinha Walker - nascida em Bom Jesus D’Oeste-SC, em 1966, é licenciada em Letras pela UNEMAT (2000); professora no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT), Campus Cuiabá (2011); Mestre em Estudos de Linguagem pela Universidade Federal de Mato Grosso (2008); Doutora em Literatura, pela Universidade de Brasília, UnB (2013); Especialista em Literatura Infanto-Juvenil e Ensino pela UNEMAT (2004); Professora/pesquisadora do Programa de Pós-Graduação – Mestrado Acadêmico em Letras da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT).
Participa de grupos de pesquisa voltados para a literatura brasileira produzida em Mato Grosso e coordena a linha de pesquisa “A Escrita do Gênero”, que investiga o silenciamento das vozes femininas e as marcas da escrita da mulher na historiografia literária local e integra a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e Linguística – ANPOLL, GT “A Mulher na Literatura”.
Possui relevante e destacada produção literária nacionalmente reconhecida, da qual se destacam os seguintes livros de produção individual: Pó de serra. 1. ed. Cáceres: Editora UNEMAT. Poesia; “Demorei tanto” (Evasão,p.59); Inferno e paraíso na poética de Adriane Rocha. 1. ed. Cáceres/MT: Editora UNEMAT. Crítica literária; Águas de encantação. 1. ed. Cáceres/MT: Editora UNEMAT. Obra selecionada pela Lei de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Sinop. Poesia; Apesar do amor. 1. ed. Cuiabá: Carlini&Caniato. Obra selecionada pelo Ministério da Educação para constar no PNLD – Plano Nacional do Livro Didático/2018. Poesia; Pó de serra. 2. ed. Cuiabá: Carlini&Caniato. Poesia; Coração Madeira. 1. ed. Cuiabá: Carlini&Caniato. Romance; Jardim de ossos. 1. ed. Cuiabá: Carlini&Caniato. Obra selecionada pelo edital Biblioteca Estevão de Mendonça, promovido pelo Governo do Estado de Mato Grosso. Poesia; Mulheres Silenciadas e vozes esquecidas: três séculos de poesia feminina em Mato Grosso. 1. ed. Cuiabá: Carlini&Caniato. Obra publicada pela Lei Aldir Blanc, edital MT/Nascentes, promovido pela SECEL/MT. Crítica literária.
Ela tem ainda muitas obras como coautora voltadas a literatura, Dentre os prêmios e títulos ostentados pela autora, consigna-se que, no ano de 2016, sua obra “Apesar do amor”, foi selecionada pelo Ministério da Educação para constar no PNLD – Plano Nacional do Livro Didático/2018, orgulho nacional para as letras e sobretudo, para todas as mulheres escritoras de Mato Grosso.
Sua posse está marcada para o dia 14 de setembro.
CADEIRA 26 – O ELEITO
Antônio Ernani Pedroso Calháo - é natural de Cuiabá e reside em São Paulo. Ao longo de sua trajetória o eleito revela seu comprometimento com Mato Grosso, especialmente com sua terra natal. Foi um dos responsáveis pela criação do Muxirum Cuiabano, instituição que lutou pela preservação da cultura regional, e que teve grande repercussão no cenário cuiabano.
De sua trajetória destaca-se que é pós-Doutorado na Universidade de Coimbra - Portugal. Doutor em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e Mestre em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie de São Paulo. Graduou-se em Economia e Direito pela Universidade Federal de Mato Grosso. É Advogado inscrito sob o nº 299079 na OAB-SP, Professor Assistente da Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Professor convidado do Programa de Pós-Graduação da Escola de Direito de São Paulo/GV Law no Curso de Gestão Pública Judiciária. Exerceu, até 2010, o cargo de Professor Associado I da Universidade Federal de Mato Grosso. Na área jurídica desenvolve atividades ligadas ao Direito Constitucional e Administrativo, com ênfase na teoria das organizações e gestão. Atuou no Poder Judiciário como Analista como Assessor e Secretário Geral da Presidência do TRT de São Paulo, onde se aposentou. É membro da Academia Paulista de Letras Jurídicas, titular da cadeira 63.
No campo das letras tem vasta contribuição para a área do Direito, e também para a literatura, com especial vinculação à área dos Direitos Humanos, na História e na Cultura mato-grossense seu empenho na pesquisa regional, estampado em sua produção intelectual, com importantes livros de sua autoria.
Dentre suas obras individuais: Princípio da Eficiência na Administração da Justiça. São Paulo: RCS; Justiça Célere e Eficiente: Uma Questão de Governança Judicial. São Paulo: LTr; O Zunzum do Rio. Rio de Janeiro: Lumen Juris; Breve Release Histórico, Artístico-Cultural. Sua última obra, o Elo Perdido: O Primeiro Livro de Poesia de Mato Grosso. Cuiabá: Carlini&Caniato, trouxe lume as origens esquecidas da produção literária de Mato Grosso, recuperando em vasta pesquisa a produção de José Rodrigues Calháo. É voltado para a Literatura e História.
Sua posse está marcada para o dia 31 de agosto.
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Desde o dia 12 de julho os 11 candidatos inscritos e que tiveram seus méritos reconhecidos para a Academia Mato-Grossense de Letras-AML, concorrendo para as Cadeiras 2 e 26, trabalharam junto ao corpo acadêmico, mostrando obras por eles produzidas, de forma individuais e coletivas, além de históricos de suas vidas.
A Cadeira 2, cujo patrono é Joaquim da Costa Siqueira, político, escritor e cronista, teve como a última ocupante a advogada, professora e escritora, Marília Beatriz de Figueiredo Leite, está sendo disputada por seis candidatos: Caio Augusto Ribeiro, Celso Ferreira da Cruz Victoriano, Gabriel Leal, Kleiber Leite Pereira, Marli Walker e Rui Matos
Concorrem para a Cadeira 26, que tem como patrono o médico, político e intelectual Joaquim Duarte Murtinho, cinco candidatos. O último ocupante foi o professor e escritor Benedito Pedro Dorileo. Estão na disputa: Allan Kardec Pinto Acosta Benitz, Antônio Ernani Pedroso Calháo, Bruno Lima Barcellos, Josué Ribeiro da Silva Nunes e Mário Cézar Silva Leite.
Sueli Batista, presidente da AML disse que tem confiança de que o processo eleitoral será tranqüilo e que no próprio sábado serão divulgados os resultados. Isso porque o pleito será realizado seguindo todas as regras e obedecendo o que rege o estatuto, ou seja vale o que está escrito. “Foi um período de exercício de democracia, sendo que todos os participantes, igualmente, receberam os contatos para suas respectivas campanhas, cada qual fazendo seu caminhar”, frisou a presidente.
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Encerraram no dia 12 de julho, as inscrições para duas vagas na Academia Mato-Grossense de Letras- AML. Ao todo 11 candidatos se inscreveram, atendendo ao edital, sendo seis para a Cadeira 2, cujo Patrono é Joaquim da Costa Siqueira, político, escritor e cronista e a última ocupante a advogada, professora e escritora, Marília Beatriz de Figueiredo Leite e cinco para a Cadeira 26, cujo Patrono é o medico, político e intelectual Joaquim Duarte Murtinho, sendo o último ocupante o professor e escritor Benedito Pedro Dorileo. Ao todo foram 11 os inscritos, número que segundo a presidente da instituição, Sueli Batista superou as expectativas.
No dia 13 de julho reuniram-se na AML as Comissões de Admissibilidade e de Mérito que analisaram os documentos e as obras dos inscritos, emitindo os seus pareceres. O sufrágio ocorrerá no dia 7 de agosto.Os eleitores do interior estarão recebendo suas cédulas via sedex, e os que não estarão em Cuiabá já começaram a retirar suas cédulas. A presidente Sueli Batista acredita que será um processo muito tranqüilo.

Candidatos para a Cadeira 2 (Por ordem alfabética)
Caio Augusto Ribeiro
Celso Ferreira da Cruz Victoriano
Gabriel Augusto Leal
Kleiber Leite Pereira
Marli Walker
Rui Matos

Candidatos para a Cadeira 26 (Por ordem alfabética)
Allan Kardec Pinto Acosta Benitz
Antônio Ernani Pedroso Calháo
Bruno Lima Barcellos
Josué Ribeiro da Silva Nunes
Mário Cézar Silva Leite
Componentes da Comissão de Admissibilidade

João Batista de Almeida
José Cidalino Carrara
Ubiratã Nascentes Alves
Componentes da Comissão de Mérito da Cadeira 2
Lindinalva Rodrigues
Lucinda Persona
Marta Cocco

Componentes da Comissão de Mérito da Cadeira 26

Aclyse de Matos
Elizabeth Madureira
Neila Barreto
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Com sistema de telefonia e de internet funcionando e integrada com todas as mídias sociais, a AML realizou sua reunião ordinária, no dia 3 de julho, de forma híbrida pelo sistema zoom, e contou com poucos participantes de forma presencial, dentre eles os acadêmicos José de Freitas, com mais de 90 anos e Nilza Queiroz Freire que no dia 1º de julho completou 89 anos.
Na abertura da reunião os acadêmicos oraram pela memória de Marília Beatriz de Figueiredo Leite, que há um ano partiu para outro plano, e também pela saúde de Moisés Martins que se encontrava hospitalizado por problemas de coluna. Também comemoraram a vida saudável, entoando um parabéns prá você para Nilza Queiroz, que passou a integrar o quadro de beneméritos da instituição, por ter tomado posse há 25 anos.
A AML está preparando uma revista com edição especial, será a número 100 e nela constará todos que já passaram por suas Cadeiras, inclusive com seus respectivos patronos.
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No dia 18 de junho a Academia Mato-Grossense de Letras realizou a Sessão Magna de Saudade da Acadêmica Marília Beatriz de Figueiredo Leite, que faleceu dia 3 de julho de 2020. Após a solenidade a presidente Sueli Batista declarou vaga a Cadeira 2. O evento ocorreu no salão nobre da Casa Barão de Melgaço, sede da instituição. No salão social, aconteceu um coquetel com lançamento de obras inéditas de Marília, pela Entrelinhas Editora.
Com a vacância da Cadeira 2, ocupada por Marília Beatriz e da Cadeira 26 que foi declarada vaga dia 8 de junho, com a sessão Magna de saudade do professor Benedito Pedro Dorileo, será publicado edital para as duas vagas.

A Sessão Magna de Saudade é sempre carregada de muita emoção. O acadêmico Ivens Scaff foi o convidado pela AML para fazer o “Panegírico” da falecida, tributo prestado pela instituição, e o fez com o coração carregado de emoção. Marília tinha uma grande relação de amizade com o poeta.

Moema de Figueiredo Leite, irmã de Marília Beatriz, prestou também suas homenagens, falando em nome da família.
Atividades culturais não poderiam faltar na solenidade.O grupo “Os Crônicos” fez performance com fragmentos poéticos de Marília. Cantaram, interpretaram, emocionando e fazendo o público sorrir.
A Revista 99 da Academia Mato-Grossense de Letras, livro que foi lançado no dia 8, numa homenagem ao centenário de João Antônio Neto e a memória de Benedito Pedro Dorileo e Marília Beatriz de Figueiredo Leite, teve a parte do tributo feito para Marília, apresentada pelo escritor Aclyse de Mattos, um dos responsáveis pela coordenação editorial.

O evento foi híbrido, com poucos convidados presenciais devido a pandemia.
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Na noite de 8 de junho foi realizada a Sessão Magna de Saudade do professor Benedito Pedro Dorileo, membro da Academia Mato-Grossense de Letras. Ele faleceu no dia 12 de dezembro de 2019. Após a sessão, a presidente Sueli Batista declarou que a Cadeira 26, até então por ele ocupada, estava vaga.
O vice-presidente José Cidalino Carrara fez o cerimonial de tributo, que contou com falas emocionadas. O panegírico do falecido foi escrito e lido por Nilza Queiroz Freire, que no limiar dos seus 89 anos continua a dar grande exemplo de compromisso com a instituição. A acadêmica fez uma explanação dos grandes feitos do homenageado. Num dos trechos, deixou o coração amigo falar, reservando um final de emocionar, que segue.

“São Pedro, certamente, abriu as portas para o professor Dorileo, dizendo: - Entra, filho do Pai Celestial-; o lugar da sua crença está reservado; você ficará frente-a-frente com a Eternidade que é o próprio Deus em quem acreditou. Sua vaga será preenchida, mas seu lugar nesta Academia Mato-Grossense de Letras será muito bem lembrado, pelas obras literárias que produziu para esta época e para a posteridade (gerações futuras); daí o seu título de IMORTAL!”.

Falou em nome da família, o filho Ivo Leandro Dorileo, que resgatou memórias afetivas de tirar lágrimas de emoção.
O poema “O útil é a natureza”, do livro Cholo” de Benedito Pedro Dorileo foi declamado por Diná Vicente, amiga da família. Do mesmo livro José Cidalino Carrara leu uma crônica rememorando passagem da vida do autor.

Foi lançada na oportunidade a Revista 99, que teve na coordenação editorial os acadêmicos: Elizabeth Madureira, Aclyse de Mattos e Fernando Tadeu de Miranda Borges. A iniciativa da revista foi da presidente Sueli Batista, para prestar uma homenagem ao centenário de José Antônio Neto e fazer um tributo a memória de Benedito Pedro Dorileo e Marília Beatriz de Figueiredo Leite.
Ao explicar como a revista foi concebida, Elizabeth Madureira destacou a participação de familiares e acadêmicos na redação. Todos receberam, durante o coquetel, a obra que tem quase 150 páginas.

A viúva Marlene Dorileo, que durante toda a cerimônia foi emoldurada pelas filhas Cidinha e Ízis, recebeu homenagem da AML sendo que a presidente convidou, para entregar-lhe flores e um singelo mimo os acadêmicos Amini Haddad, Lucinda Persona, Sebastião Carlos Gomes de Carvalho e Ubiratã Nascentes.
A presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso, Neila Matia Souza Barreto ocupou a mesa de honra, ficando ao lado de Sueli Batista, sendo que as entidades centenárias são "irmãs" e ocupam a Casa Barão. O professor Dorileo também foi membro do IHGMT.
Após a cerimônia os convidados cumprimentaram os familiares no Salão Social da Casa Barão, onde foi oferecido pela AML e a sra. Marlene Dorileo um coquetel.
Na foto abaixo dona Marlene,e seus filhos Izis, Cidinha e Ivo.
* Fotos Denise Maia/ Studio Press
O evento foi híbrido, com transmissão através do Instagram:
@academiadeletrasmt
e do YouTube:
academiamato-grossensedeletras
Assista nos links das imagens captadas respectivamente por Mariza Bazo e Marcondes Silva.
https://www.instagram.com/tv/CP4RERjFtSR/?utm_medium=copy_link
https://www.instagram.com/tv/CP4RERjFtSR/?utm_medium=copy_link
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A Secretaria Municipal de Cultura de Cuiabá apoiou o evento, possibilitando a vinda de alunos de escolas públicas ao evento que terá desdobramentos até o aniversário da AML, em setembro. Um evento muito harmonioso, no qual as letras conversaram com a sociedade, mostrando a vida inteligente que reside na Casa Barão de Melgaço. O Sarau Literomusical - 100 anos da Academia Mato-Grossense de Letras, ocorreu de forma híbrida, no dia 28 de maio, promovendo a interatividade da instituição, através das obras de seu corpo acadêmico, com o que outros autores produzem, mostrando a relevância dos trabalhos voltados à literatura, a história e a pesquisa. A música e o teatro entram na cena, através das composições, declamações e dramatizações poéticas. O evento contou com o patrocínio da Lei Aldir Blanc Mato Grosso, que teve a assinatura da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer- Secel, e do Ministério do Turismo, através da Secretária Especial de Cultura.

O projeto foi criado pela própria presidente da AML, Sueli Batista e mobilizou uma grande equipe de profissionais, na área artística, literária, comunicação e eventos. Sendo que ficou responsável pela direção artística a cantora Deize Águena.

O secretário de Cultura do Estado de Mato Grosso, Alberto Machado, o Beto Dois a Um, usou a palavra em momento de saudação e parabenizou a presidente por materializar um projeto de grande importância para a cultura mato-grossense.

A secretária de Cultura de Cuiabá, Carlina Jacob; a presidente do Instituto Historico e Geográfico de Mato Grosso, Neila Barreto; a presidente da Associação de Mulheres de Negocios e profissionais- BPW Cuiabá, Zilda Zompero, a curadora da Casa Barão Elizabeth Madureira também compuseram o dispositivo de honra. secretário adjunto de Cultura do Estado, Jan Moura; o presidente do Core/MT, Jose Pereira também prestigiaram o evento.
100 Anos da AML
A Academia Mato-Grossense de Letras completa no dia 7 de setembro seus 100 anos. A instituição teve as suas raízes a partir do Centro Mato-Grossense de Letras, e construiu os patamares que mostram a evolução dos trabalhos deixados por seus acadêmicos. Muitos foram recordados no Sarau, sejam através de suas poesias por inteiras, sejam pelos fragmentos literários, ou pela exposição, que contará com obras raras e atuais. Um conjunto de atividades que mostram como a casa é rica em cultura e pluralidades, que vão além da literatura, conversando amigavelmente com a história, a geografia, o jornalismo, a pesquisa, o direito, dentre outras formas de expressão que nela residem.

Sueli Batista, presidente da AML disse que na iniciativa privilegiou no primeiro momento a faceta literária da Instituição, num percurso sedimentado por uma produção extensa, que já ganharam espaços em outros meios, sejam revistas, livros, jornais, discos e até online, via e.books compartilhados e distribuição da música, nas modernas plataformas digitais que facilitam o seu acesso.

A sonoridade musical abraçou o tempo todo a poesia e performances durante o Sarau Literomusical. Muitos foram os convidados, e teve participações nacional, do cantor Carlos Navas que esteve acompanhado do violonista Paulo Miranda.
Foram os participantes locais: Helvio Moraes, compositor e cantor; a jovem cantora Áurea Maria”; o pianista Dario Scherner, o saxofonista Fabio Miranda,o cantor e compositor João Eloy, a cantora Deize Aguena, o músico Rusivel de Jesus, o poeta Airton Reis, a atriz Claudete Jaudy, os ator Wagton Douglas, o artista das palavras, Neneto Arruda e Sá, o poeta Carlos Gomes de Carvalho, a historiadora Neila Barreto, a poeta Sueli Batista e o escritor José Cidalino Carrara.

EXPOSIÇÃO
A curadora da mostra que integrou o sarau, e atendendo a pedidos ficará até setembro, foi Elizabeth Madureira e participaram 42 escritores, Acadêmicos atuais, ex-ocupantes de cadeiras da instituição e escritores fora do quadro da AML. São eles:
Aclyse de Mattos
Amini Haddad
Avelino Tavares
Benedito Pedro Dorileo
Carlos Gomes de Carvalho
Eduardo Mahon
Elizabeth Madureira Siqueira
Estevão de Mendonça
Fernando Tadeu
Francisco de Aquino Correia (Dom Aquino)
Isác Póvoas
João Antonio Neto
João Alberto Novis Gomes Monteiro
João Carlos Vicente Ferreira
João Eloy
José de Mesquita
Lenine Póvoas
Louremberg Rocha
Lucinda Nogueira Persona
Luis Sabóia Ribeiro
Maria Cristina Campos
Marília Beatriz de Figueiredo Leite
Marli Walker
Marta Cocco
Moisés Mendes Martins
Natalino Ferreira Mendes
Neila Maria Souza Barreto
Nilza Queiroz Freire
Olga Castrilon
Pedro Rocha Jucá
Rubens de Mendonça
Silva Freire
Sueli Batista dos Santos
Tertuliano Amarilha
Ubiratã Nascentes
Valdon Varjão
Valério Mazzuoli
Virgínio Correia Filho
Yasmin Jamil Nadaf
Lenine Póvoas um dos homenageados da mostra, este ano é comemorado também o seu centenário.
Veja os links do evento.
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